É que a necessidade infinita de compreender, entender, explicar... ela, que me acompanha desde sempre, às vezes... somente às vezes, me paralisa.
Quando a gente passa muito tempo a procura de respostas esquece de parar... E porque habita a minha alma inquieta o desejo enfurecido de buscar explicações, sigo... Atrás de palavras.
Daí que o tempo nos faz entender que paralisia também é resposta... E quando paraliso, hoje, respeito o argumento do silêncio, da pausa que ocupa o espaço depois da interrogação. E admiro o vazio que antecede a pergunta... ou a resposta... não sei ao certo.

Se a ideia que tenho é retrucada pelo silêncio, muito que bem... Já não é pecado.
Só com o passar do tempo de entender tudo a todo momento é que percebo que... já não tenho respostas. E tudo bem.
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