terça-feira, 22 de março de 2011

Até aqui tá bom. Tá bom? Até que tá...

Pois a saga de hoje foi descobrir quanto tempo eu era capaz de manter o planejado para o dia... e até que rendeu...

Bom, não é preciso muito para perceber que eu tenho uma ligeira dificuldade de executar meus planos... Será??? Começa com o blog que levou três anos para ganhar um segundo post. Depois, a lista de intenções de ano novo (dessa vez, sério, simplifiquei as decisões...), depois uma ou outra decisão tomada com o engov... enfim... posso não sair disso se resolver listar tudo.

Achei, de verdade, que precisava observar melhor minha capacidade de implementar medidas... E o curioso foi que hoje recebi um feedback.... dessas coisas que a vida corporativa faz por você... um feedback bem interessante que ressaltava, sobretudo, minha capacidade de execução!

Olha só... lá no lado A sou exímia implementadora, realizadora, executora... Aqui no lado B... Ahh!
Aqui no lado B me perco em pensamentos e divagações sem fim sobre o que seria, o que faria, o que gostaria, o que aconteceria... essa "bem-mal-dita" conjugação verbal que nos dá prerrogativa para imaginar...

Tá: nos dois lados da vida, sofro da falta de foco. De volta... 30% do que eu planejei no trabalho saiu do papel. Parte do planejamento envolvia minha vida privada. Quase nada saiu do papel. Aumentei a lista de intenções... Ah, tá aí: sofro de ansiedade. Nos dois lados da vida também... Porra!!! Sério?

Calma, acaba bem... Conhece isso? Epifania...

Justo no tempo, no mesmo tempo em que minha sinapse me implodia, eu percebi tudo isso desse jeito, perfeito, no momento exato em que tudo isso acontecia...
Nesse mesmo jogo de palavras...

Resolvi contar.
Eu planejei. Durante o dia. Saiu do papel... e, vá: até que tá bom.

domingo, 20 de março de 2011

Achei um pedaço de papel...

Daí que às vezes a gente decide que quer mudar, faz uma lista de intenções, se anima, promete, acredita....

Aí começa o ano. Daí passa uma semana, duas, mês... vai lá o carnaval... e a lista de intenções reaparece. Ainda como intenções, as linhas marcadas no papel voltam a animar...

E... daí passa uma semana, duas, mais...

As palavras soltas no papel, escritas no momento de euforia me lembram aquilo que um dia achei que queria mudar. Será que eu preciso? Se tudo funciona assim... e se o que precisa mudar, muda mesmo que eu não queira... pra que pensar mto no desejo se o que desejo de verdade é que as coisas continuem a me surpreender... pra lembrar que eu não tenho controle.

Ta aí.

terça-feira, 8 de março de 2011

Para quem ama minhas peripécias

Pequenas descobertas... assim que passa o tempo e passa a vida e... passa. Tão simples. Será que eu percebo o momento em que a descoberta acontece?

Pois hoje foi assim: entrei no email, apaguei os spams, olhei as mensagens. Saí do email. Daí que aquele momento já tinha passado. Me peguei em pensamentos sobre os pensamentos de alguém. Sobre as palavras de alguém...

Alguém com quem não falo há poucos dias. Sobre quem falo quase todos os dias. Alguém que não sabe direito o que vai em mim, mas que exerce influencia direta sobre quem sou.

Um alguém de coração generoso e confuso, que ama tanto que atordoa quem o ama... que não se sabe explicar. Um ser complexo que, a mim, me dá vida... E essa capacidade de sobre ela divagar... e pensar... e sonhar... e...



domingo, 6 de março de 2011

então...


Faz muito tempo que passei por aqui e decidi compartilhar palavras. Era uma vontade esquisita... Eu, que não divido, decidi tornar-me pública. Espécie de torpor, sabe? Para mim, quase uma transgressão...

Passou rápido, a tal da vontade. Um post. E eu gostei dele... O post.
Por que não voltei mais aqui?

Sou de muitas palavras sim, não sou de economia com elas. Mas desde que me exponham pouco, falem pouco sobre mim. Gosto de divagar sobre aquilo que desvia o foco... Faz sentido?

Alguma coisa me diz que... Olha: Teve um dia desses que acordei e me senti burra. Presa. Paisagem. Doeu.

Era o que eu precisava...
Daí que voltei.